Você conhece os poderes da acupuntura? As agulhas podem, por exemplo, auxiliar no tratamento de problemas mentais. Essa medicina alternativa é ligada a medicina chinesa, onde os princípios fundamentais não possuem divisão entre corpo e espírito.

Nos canais e vasos de circulação de sangue que os chineses descobriram, existem os pontos de acupuntura, que quando estimulados pela inserção de agulhas, pela ação do calor e pela estimulação manual ou elétrica, provocam respostas nas diversas estruturas do sistema. Como cada ponto tem uma função específica, a estimulação é adequada a partir de um diagnóstico médico, corrigindo as disfunções dessas estruturas e possibilitando o tratamento de várias doenças.

Os medicamentos chineses são muito utilizados em associação com a acupuntura e o tratamento é sempre acompanhado de uma correção de hábitos de vida, como a adequação da alimentação e do balanço entre as atividades laborais e recreativas.

Em relação à ansiedade, o Dr. Luiz Sampaio explica como a acupuntura auxilia nesse problema. “Com a medicina chinesa, podemos atuar de forma efetiva, sem os efeitos adversos dos medicamentos ocidentais usados para a ansiedade. A combinação de acupuntura, visando minimizar a reação do organismo à agressão com práticas meditativas, e associação de fitoterápicos têm dado boa resposta para tratar o problema.”

Quando há uma situação de medo, onde, por exemplo, a fantasia de morte está presente, esses sintomas podem começar a se agravar e o caso fica ainda mais sério. O tratamento contra esse problema vai exigir mais recursos do que os promovidos pela medicina chinesa, e nesse caso, o acompanhamento com um tratamento psicológico é fundamental.

Além disso, em relação à resposta a acupuntura, diversos fatores são considerados. Dentre eles, a gravidade da doença, seu tempo de instalação no organismo, idade do paciente e da disponibilidade em mudar hábitos não saudáveis do dia a dia.

“Doenças agudas em pessoas jovens e previamente saudáveis respondem de modo muito rápido, às vezes com uma única sessão. Já pessoas com doenças crônicas e debilitadas, a resposta é menos evidente e o tempo dedicado ao tratamento é maior”, esclarece o especialista.

Fonte: terra.com.br

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